domingo, 24 de outubro de 2010

Sustentabilidade: princípios eficientes de preservação da vida.



Ser sustentável é um estilo de vida?                                                                                                                                                                É um modelo de gestão de vanguarda? 
Ou uma maneira de adaptar-se às novas tendências?

Suprir as necessidades atuais sem comprometer a possibilidade das gerações futuras satisfazerem suas próprias necessidades, é ser sustentável.
Considerando que as pessoas, para a sobrevivência na sociedade atual, têm como condição natural a questão econômica, ser consciente na relação receita e despesa, pessoal ou corporativa, é ser sustentável.
Ser economicamente viável é um dos princípios da sustentabilidade, porém, nem sempre o consumo proferido pelas possibilidades econômicas  vão ao encontro das questões da justiça social e preservação ecológica, ainda.
A sustentabilidade está passando por um processo natural de implantação, onde inserir-se nessa tendência oferta status e valor agregado à causa pessoal ou corporativa. Nessa fase de transformação, o consumo sustentável está em adaptação, tornando-se efetivo o quanto a cultura estiver enraizada, quando a percepção da sociedade for caracterizada pela atitude de forma natural. Tudo começa pela vontade, pelo esforço, pelo modelo, pelo exemplo, pelo arregaçar as manga e começar a fazer.  O designer industrial mexicano Emiliano Godoy expressa  “Acredito que o momento atual se caracteriza pela –geração Titanic- : todo mundo está se divertindo numa festa enquanto o barco afunda. Muitos estão apenas repetindo o que lêem em revistas. A cena contemporânea é ditada por mercenários que dançam a música de mercado e se encantam com a musa do dinheiro”.  Esse é um cenário característico de novos momentos, porém algo está sendo feito, mesmo que com objetivos não tão reais! Primeiro o homem olha pela vantagem, aos poucos muitos se adequam a uma  nova realidade. Outros por sua vez, permanecerão no princípio do “só eu ganho”, marcados pelo egoísmo, falta de visão e sem longevidade.
O homem deve acreditar no ser humano, que constrói e adapta-se ao meio. E o meio da longevidade é a relação do ganhaXganha, sem Lei de Gerson (levar vantagem em tudo)!
Falar, propor, estimular a justiça social é fazer com que se pense, se pratique! Mostrar, oferecer oportunidade, inovar e expressar no combate as ações incorretas para o meio ambiente é possibilitar mudanças de atitude! Abordar, exemplificar, educar no aspecto econômico financeiro é praticar!
Atuações sustentáveis, hoje estão no momento de adaptação a novas tendências, mudando comportamentos: formas de gestão dos negócios e estilos de vida!
Despir-se do egoísmo e ser ousado na busca da sustentabilidade é uma receita de sucesso! Mas o conhecimento sobre as atitudes sustentáveis, que envolvem ética, transparência e oportunidades é fundamental para a prática efetiva. Sem sofismas! É um momento desafiador por que passa a sociedade contemporânea. Mas infinitos outros momentos como esse marcaram a história da humanidade!
Vamos à luta, vamos à prática! Tudo deve ter um início, e esse já aconteceu! Preservemos a vida, sejamos sustentáveis!

Orquídea em momento de florada.
Resultado de um ano pela sobrevivência na natureza
para gerar embelezamento e bem estar !

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

60 anos das Casas André Luiz!





Em 1987 estive pela 1ª.vez nas Casas André Luiz. Foi uma experiência inesquecível. Foi a primeira de infinitas vezes que retornei e retorno por amor e prazer!
Um lugar em que recebo tanta força para enfrentar dificuldades, pelo exemplo dos moradores dali que possuem características diferentes da maioria das pessoas. São seres especiais tanto no intelecto quanto no físico! Seres que têm sentimento de amor, coragem e muita fé, na esperança de um dia melhor.
Atuar nessa obra é muito mais receber do que dar! É aprender, crescer e amar! Expresso aqui a poesia escrita por um dos "moradores" da Casa. Muito mais que uma poesia, uma história de vida!
Eu Penso, Eu Existo
José Roberto Bueno
Às vezes me pergunto por que as pessoas não vêem o deficiente físico como homem.
Elas pensam que um deficiente não pensa, não tem inteligência... mas estão muito enganadas! Podemos não falar, mas pensamos e existimos!
As pessoas que se dizem normais nem imaginam o quanto o deficiente é inteligente, só que poucos são os que conseguem nos interpretar.
Nós, deficientes, devemos mostrar para o mundo o quanto existimos, o quanto estamos vivos com nossos pensamentos muitas vezes incompreendidos.
As pessoas pensam que somos mortos vivos, mas na realidade somos escolhidos por Deus para mostrar para a humanidade o quanto somos fortes.
Como a vida é engraçada! A cada dia, a gente tem um melhor aprendizado com ela!
Outro dia, assistindo um filme de uma pessoa deficiente aprendi a ter mais determinação em minha vida. Aprendi que se eu quiser, também conseguirei alcançar meu objetivo que é ter uma vida melhor comigo mesmo.
Eu me pergunto por que as pessoas hoje ainda tem preconceito com deficientes.
Todas as pessoas devem saber que somos apenas deficientes físicos, mas somos pessoas com sentimentos e temos amor, dor, alegria, tristeza como todos os seres humanos.
Nós deficiente somos apenas limitados fisicamente, mas somos ilimitados mentalmente.
A história do filme me fez enxergar um outro lado da vida, me ensinou a viver e crescer dentro das minhas limitações.
As pessoas que não nos conhecem tem pensamentos pequenos, são cegas. Não querem enxergar nossa capacidade porque somos diferentes... Mas somos seres humanos!!
Esta poesia foi escrita utilizando o Sistema Bliss de comunicação alternativa.
Em janeiro de 2009 tive a oportunidade de atuar como Coordenadora Executiva do evento comemorativo de 60 anos da Instituição.
Público de 5 mil pessoas. Voluntários, atrações, desafios e muita vontade.

Uma experiência inegualável!

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Azeite Gallo do Brasil oferece oportunidade de consumidores praticarem o bem.

No início de dezembro tive a grata satisfação de estar em um interessante evento promovido pela Rita Bassi da azeite Gallo do Brasil। Na ocasião representei as Casas André Luiz, onde sou voluntária há quase 20 anos, atuando junto ao Conselho Diretor na área de Marketing. No evento, um curso de Gastronomia, pude observar a forte atuação da empresa no relacionamento com o consumidor e a sociedade. Todos os participantes aprenderam a preparar uma ceia especial de Natal com a chef de cozinha Bel Coelho e as inscrições, alimentos, geraram doações às Casas André Luiz. A ação rendeu matéria na Revista Caras de 19 de dezembro. Veja abaixo.
Revista Caras - Edição 789
A Cozinha do Bem de Rita Bassi Em ação engajada, Rita Bassi (39), diretora-geral da azeite Gallo do Brasil, de vestido verde, doou 60 quilos de alimentos, arrecadados na 10a edição do Curso de Gastronomia Gallo, à Silvana Scarpino (45), das Casas André Luiz, instituição que fornece, em média, 5000 refeições por dia। "A responsabilidade social faz parte da nossa agenda e, sempre que podemos, apoiamos boas causas", explicou Rita। Para a aula especial, ela convidou a renomada chef Bel Coelho (30) para ensinar a preparação de uma ceia luso-brasileira exclusiva aos alunos do curso, cuja inscrição custou 1 quilo de arroz e 1 quilo de feijão


sábado, 29 de novembro de 2008

Responsabilidade Social nos negócios, uma solução necessária.

Por que surgiu a Responsabilidade Social Empresarial?

O objetivo da Responsabilidade Social é proporcionar desenvolvimento à sociedade, tornando-a mais capaz para a produção e consumo, com isso proporcionar crescimento nos negócios.
No final da década de 30 e início da década de 40, após a 1ª. Guerra Mundial os países ocidentais adotaram uma nova ideologia político-econômica, o neoliberalismo. Era o fim do Estado intervencionista. Com isso acontece o aumento da pobreza e desigualdade social em todo mundo.
O Ambiente Empresarial se torna cada vez mais competitivo. Nasce nele a necessidade de novas estratégias de negócios - Maior diálogo, ética, transparência. Conscientiza-se que sua Responsabilidade vai além das ações fiscais e tributárias. Seus impactos passam a ser de interesse geral. A preservação do meio ambiente passa a ter mais valor. Desde a década de 60, o mundo empresarial aborda esses pensamentos, mas é no final da década de
80 e primórdios da década de 90 que a Responsabilidade Social passa a ser a condição das empresas se estabelecerem no mercado.

No Brasil a disseminação da idéia e das práticas no meio empresarial deu-se pelo Instituto Ethos de Responsabilidade Socioambiental Empresarial, fundado em 1998 por um grupo de empresários conscientes da necessidade para o desenvolvimento dos negócios. A partir daí o Brasil começou a falar sobre ética, transparência, trabalho voluntário, cidadania, indicadores de resultados, sustentabilidade. É algo novo no ramo de negócios brasileiro, 10 anos. Falam-se muito nos índices de mensuração de resultados sobre esses investimentos, porém, no Brasil esses indicadores ainda são incipientes. Já em outros países, a prática da Responsabilidade Social consegue ser percebida nos resultados de valorização de uma marca, de um negócio.



É sabido que os resultados para o negócio serão percebidos a longo prazo, como também para a sociedade foco da ação, porém de imediato pode-se perceber a simpatia pública às empresas que partem para o diálogo com seus públicos de interesse.
Existe um movimento de empresários brasileiros que insistem em descaracterizar a Responsabilidade Social Empresarial, atribuindo a prática como de compromisso do Estado. Ora, tudo tende ao progresso, dentro dessa premissa, estamos em um caminho sem volta: a Responsabilidade Socioambiental é compromisso de todos os cidadãos, empresários ou não. E como cidadão de negócios, a questão é tratada como uma relação de ganha-ganha, onde todos os envolvidos evoluem em vários aspectos.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Uma nova experiência com os 3 passos da Autopromoção.

Marketing Pessoal
Um dia chuvoso em São Paulo, 25 de setembro de 2008। Mais um dia de trabalho, uma nova palestra! Foram muitas inscrições। A platéia prometia estar cheia! Amigos compartilhariam comigo aqueles momentos...Chegamos cedo ao local! Preparamos o espaço! Os parceiros chegariam em breve! Recebi a visita do Professor Carlos da Unicsul Liberdade que ofereceu contribuição dos alunos de Visagismo, aceitei – fantástico! A chuva continuava e o público chegava। A casa lotou, alguns tiveram que voltar। O colega Marcelo ficou comigo um bom tempo, o que ajudou-me na concentração.

Fui chamada ao palco pelo querido Edmar Oneda, um grande orientador de talentos! Platéia receptiva!
Tivemos 1 ½ hora de troca de energia e experiências! Ótimos momentos! Falamos, cantamos, rimos, vibramos...Os amigos contribuíram muito, fizeram tudo muito bem!
Como de costume, cumprimentei o público na saída...Recebi palavras calorosas de carinho e estímulo!
E mais uma vez os 3 passos para sua Autopromoção puderam motivar pessoas ao desenvolvimento profissional e pessoal.
Foram mais de 200 pessoas que na busca de mais informação sobre marketing pessoal puderam despertar sentimentos, relembrar desejos, vislumbrar novos caminhos. Fizeram networking e receberam dicas para o cotidiano.
Muitos comentários chegaram à Academia do Palestrante, promotora desse evento. Conheça alguns que muito contribuirão na minha caminhada.

“Obrigado por aumentar o ibope da Academia do Palestrante.
Eu tenho que agradecer a você pela confiança em acreditar no meu projeto.
Penso que a sua Palestra foi muito boa - dinâmica - divertida - bom conteúdo...”
Edmar Oneda
Diretor da Academia do Palestrante

“Amiga Silvana,
Há muito tempo eu não VIA algo tão inspirador...
Alguns autores estão falando que o marketing tem mais Ps do que os quatro tradicionais.
No seu caso, percebi pelo menos mais dois.
P de Paixão pelo que faz e P de pessoas.
Você tem o dom de falar para o coração.
Isso é uma benção.
Você é outro P, o P de pronta, é só contar para o mundo agora... Conte comigo para isso.
Vôe rumo ao sucesso.”
Marcelo Homci
Palestrante e escritor

Veja fotos do evento. Você pode estar lá no próximo!

Jantar Iluminado. Mais momentos de satisfação e Luz.

Dia 26 de setembro, Open Hall, Guarulhos. Mais um sonho realizado. Esta foi a quinta edição do jantar que idealizei para as Casas André Luiz, há 6 anos, com o objetivo de trazer a sociedade mais próxima à Instituição e às nossas crianças. Tenho a grata satisfação e oportunidade de ser voluntária nesta obra há mais de 20 anos. Com certeza muito mais recebi do que dei! Que dádiva! No evento além da integração a uma causa social, os participantes puderam fazer networking, promover seus negócios e ter a certeza que somos abençoados por Deus. Nesta noite mais de 30 empresas foram reconhecidas como investidoras sociais com o título de Empresa Iluminada, programa de relacionamento a investidores em projetos da Casa, entre elas: CEPAC Centro de Diagnósticos, Sulacor Tintas, TSA Transportes, Loja Maçônica Golçalves Ledo – onde tenho amigos. Outras puderam contribuir e se promover como patrocinadoras ou apoiadoras como a minha – Cia de Soluções. Tivemos um leilão silencioso onde peças maravilhosas foram doadas por estabelecimentos que proporcionaram arrecadação de recursos as Casas e alegria aos convidados – viagens, obras de arte, cestas de alimentos, cosméticos, jantares, peças decorativas, enxovais, roupas e acessórios. Foi muito bom! Além do excelente coquetel de responsabilidade do Buffet Paris, tivemos um saboroso jantar, ambos regados a vinho de ótima qualidade. A decoração recebeu o bom gosto da Beatriz Flores. Neste ano, fomos agraciados com a recepção pelos Trovadores Urbanos e com os shows do Dueto Urbano e Byafra que agradaram muita gente. Inclusive tive a oportunidade de conhecer melhor este cantor que é detentor de grande sensibilidade. A apresentação da Cia de Danças Casas André Luiz, pela paciente Kátia, foi um dos pontos altos do evento, mais uma vez! Muitos amigos estiveram presentes, pessoas que acreditam, apóiam e se satisfazem com nosso trabalho. Foi mais um dia de troca de energia e experiência que me proporcionaram grande satisfação. Conheça mais as Casas André Luiz http://www.casasandreluiz.org.br/.







segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Raízes...Impactos...Mudanças!

Vivenciamos uma demanda demográfica incessante, que faz crescer populacionalmente o planeta Terra em proporções significativas a cada dia. Com o desenvolvimento da tecnologia e da ciência o ser humano tem uma longevidade muito mais alta que no passado. Nessa equação temos um saldo populacional positivo habitando o mesmo número de hectares disponíveis na Terra há séculos.
A essa demanda cabe a exploração das reservas minerais que aqui sempre existiram, a utilização dos mesmos lençóis freáticos, das mesmas reservas florestais ou mais especificamente abordando, do que sobram desses recursos ambientais.

Sem esclarecimento, o homem desde os primórdios da humanidade aproveitou excessivamente, desperdiçando até, os valores minerais que hoje fazem falta ao meio ambiente. De maneira ingênua mas rentável, o homem usufruiu das riquezas ambientas na busca de seu bem estar. Ao longo dos séculos, o hábito do consumo desfreado foi disseminado.

Os impactos causados geraram reações maléficas da natureza ao homem fazendo-o refletir e então conhecer sobre a importância dos recursos naturais para preservação da espécie humana e animal. Dizer o que diante a práticas milenares de destruição? Agora, com conhecimento, o homem percebe a necessidade de mudar hábitos, estimular atitudes, disseminar o valor do meio ambiente para a sobrevivência do Planeta.

Essa consciência está ainda presente em somente alguns homens. Outros, são conhecedores da necessidade da preservação do meio, mas optam pela rentabilidade financeira com a exploração mineral e vegetal, pelo inércia, pelo comodismo e desprezo. Por sua vez, existem os que ainda não têm conhecimento desta causa e agem pelo instinto.

Ora, se não vivermos com hábitos de consumo consciente, está claro que a humanidade sofrerá danos irreparáveis para sua sobrevivência.

Ou nos adaptamos à realidade atual e mudamos nossos hábitos e atitudes, praticando o consumo consciente, a educação ambiental e respeito ao Planeta, ou seremos “engolidos” pelos impactos do consumismo e egoísmo. Serão essas nossas raízes? O que vamos deixar de herança para as futuras gerações? Reflita sobre o seu futuro.